Mais de 40 organizações da sociedade civil defendem “direito ao lugar”

Lisboa / Fotografia de Wojciech Pawlak - Unsplash

42 organizações da sociedade civil do Centro do País e da Grande Lisboa elaboraram uma Carta Aberta pelo Direito ao Lugarna qual identificam algumas razões que forçam as pessoas a prescindir de viver em lugares com que se identificam, a que se sentem ligadas e a que sentem que pertencem. 

Este documento de posicionamento coletivo propõe um vasto conjunto de medidas que protegem o direito ao lugar e que contribuem para responder ao problema da perda de população residente nas zonas rurais e nos centros das grandes cidades. Levanta questões sobre habitação, mobilidade, integração e participação de grupos vulneráveis, emprego, espaços públicos e acessibilidade a serviços de interesse geral.

A Carta está neste momento aberta a subscrições de pessoas individuais e coletivas e foi elaborada no âmbito do projeto LigAções, promovido pelo consórcio Graal e FGS e financiado pelo programa EEAGrants Cidad@s Ativ@s, gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Fundação Bissaya Barreto.

Estão ainda previstos debates online sobre o Direito ao Lugar. O primeiro terá lugar no dia 28 de abril, pelas 16h00, e Helena Roseta, João Ferrão e Jorge Wemans são alguns dos convidados já confirmados. Informações atualizadas do projeto podem ser obtidas nas redes sociais da Carta Aberta: Instagram e Facebook.

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