Os primeiros minutos de “Nobody Knows” de Hirokazu Koreeda estão repletos de ternura, conforto e até um certo tom que não chega a ser cómico, mas que é bastante leve, apesar de ser retratado de forma indirecta. Existe uma clara boa disposição entre a mã

Porque é que o Ocidente demorou tanto tempo a reconhecer a importância e sofisticação do cinema japonês?, perguntou Jonathan Rosenbaum certa altura; o autor apontou como motivo a própria insularidade cultural e geográfica do país, que se acentuou especialmente durante os finais dos anos trin

Ao entrar na velhice, Kawabata refletiu sobre ela e sobre a forma como a aproximação da morte faz do desejo um caminho através da memória que conta do princípio ao fim a história da nossa juventude. Um misto de satisfação e cepticismo marcou a forma como a elite cultural

Se há obra de Haruki Murakami que deve ser obrigatória — e não apenas pelo seu volume, que pode atingir as 600 páginas, pelo seu título cativante, ou até pela capa que desperta curiosidade e que geralmente apresenta um gato, independentemente da sua edição — é, sem dúv

Nos trabalhos cinematográficos disponibilizados há de tudo: contos de fadas orientais e ocidentais, obras de propaganda política e até filmes de informação pública. Um dos filmes disponíveis é

Haruki Murakami possui uma relação íntima com o jazz. A sua literatura reforça muito o elemento musical, tornando-se familiar e associativo em relação aos cenários descritos e onde a ação se desenrola, existindo personagens que também estão agarradas à música como o mot

Documentário sobre a influência de uma arte revolucionária japonesa, Ukiyo-e, nos mais importantes artistas ocidentais do século XIX Há 400 anos, no Japão, uma arte revolucionária nasceria e influenciaria os maiores artistas ocidentais do final do século XIX, o Uk

Há mais no Japão do que apenas o Studio Ghibli (My Neighbour Totoro, Grave of the Fireflies, Princess Mononoke, Spirited Away, Prince

O escritor japonês Haruki Murakami é um dos mais célebres e aclamados autores contemporâneos, sendo o autor de êxitos como "Norwegian Wood" ou "Kafka À Beira-Mar".

A academia sueca distingue o cientista japonês pelas suas pesquisas na área da biologia celular. Yoshinori Ohsumi, 71 anos, foi distinguido esta segunda-feira com o prémio Nobel da Medicina. Professou no Instituto de Tecnologia de Tóquio,