Eduardo Lourenço surge como um dos pensadores coevos mais notáveis e reconhecidos em palco académico e no recinto da literatura. Na senda dos filósofos ocidentais, construiu e sedimentou, nos seus préstimos, toda a sua hierarquia pensativa, gerando conceitos e interligando-os n

Pedro Hispano foi um dos homens mais versáteis da Idade Média, mostrando em parte que era alguém que não era pertence à sua era. Com perspetivas modernas, tanto no âmbito das matemáticas como das artes, chegou a ser Papa, assumindo a designação de João XXI

Jacques Lacan é um dos principais nomes no estudo e na intriga da psicanálise no mundo da ciência e da própria filosofia, estando envolvido nas correntes de intelectuais que nasceram e viveram em França nos anos 50 e 60. Controverso e diverso no seu pensamento, o seu trabalho c

Arthur Schopenhauer foi um dos filósofos mais relevantes da Idade Contemporânea, tendo bebido de diversos canais diferentes na composição e consolidação do seu ideário. Entre elas, esta figura ligada ao pessimismo filosófico entregou-se aos ancestrais documentos hinduístas

Noam Chomsky, para além de ser um conceituado linguista, é um dos mais proeminentes pensadores do tempo moderno. Desde a política à ciência, passando pela psicologia e pela filosofia, são poucas as áreas do saber que desconhecem a figura e presença de Chomsky. O norte-americ

Karl Popper foi um dos rostos primordiais na renovação da investigação científica. Entre diversos conceitos apresentados da sua autoria, destacam-se a falsificabilidade das teorias científicas, propriedade que, segundo o próprio, não é alienável de qualquer hipótese propo

Isaac Asimov foi um dos nomes primordiais na fusão da literatura e da arte com a ciência e com a investigação científica. Nesse sentido, e ao lado de nomes como Robert A. Heinlein e Arthur C. Clarke, este autor nascido na Rússia conseguiu a proeza de aplicar a

Umberto Eco foi um daqueles homens que se pode designar como um polímata, isto é, como alguém é proficiente em mais do que uma área do saber. Se Leonardo da Vinci é o caso paradigmático dessa realidade no que toca à produção das formas, o seu compatriota

Franz Kafka foi um daqueles que viu mais longe. Não foi dos poucos mas foi um distinto. Tão distinto que até o seu nome virou adjetivo. Tudo aquilo que se liga ao absurdo, ao estapafúrdio, ao insólito, diz respeito ao que Kafka deslindou na sua literatura. Neste caso, parece que não foi o auto

Friedrich Nietzsche marcou indelevelmente a linha de pensamento da filosofia alemã e europeia. Na curva descendente do século XIX, deu à luz conceitos vários, como o niilismo, a vontade do poder, a dualidade apolínea e dionisíaca, o "Übermensch" (além-Homem) e até decretou