Esta citação do Livro do Desassossego, de Bernardo Soares / Fernando Pessoa, pintada no muro do estádio de Quarteira, transmite-nos a ideia de que «A liberdade é a possibilidade do isolamento. (…) Se te é impossível viver

No expoente da cultura portuguesa figura Fernando Pessoa. Criador de várias personalidades às quais designou de heterónimos, foi também a expressão de si mesmo a marcar indelevelmente o consciente e inconsciente comum a todos os portugueses. Não é possível medir com palavras, frases ou at

Hábitos: comprar livros, folhear jornais e deambular. Perfil: solitário, genial, amante do conhecimento e da palavra. Sim, referimo-nos a Fernando António Nogueira Pessoa, considerado um dos maiores poetas portugueses e do mundo. Nasce em 1888, na capital portuguesa, tendo co

O Congresso Internacional Fernando Pessoa 2017 reúne, a partir de quinta-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, 42 investigadores que vão apresentar comunicações inéditas e lançar questões sobre o autor. Entre os dias 9 e 11 de fevereiro, no auditório 2 da Gulbenkian, decorr

Almada Negreiros, essencialmente autodidata (não frequentou qualquer escola de ensino artístico), foi um dos principais artistas no que toca à cultura portuguesa, sem, no entanto, despontar somente pela virtude da sua obra. Também a vastidão de áreas que tiveram o seu cunho é

Integrada no Ciclo de Mostra de Teatro "(A)Mostra", dinamizado pelo Teatro Sem Dono, do Pinhal Novo, a peça "Pessoa", do Teatro Passagem de Nível, será exibida no dia 4 de Fevereiro, pelas 21h30, no Auditório Municipal de Pinhal Novo. Esta peça do Te

Fernando Pessoa pautou todo o seu registo por uma diversidade incomparável com grande parte dos nomes da cultura europeia. Porém, essa variedade fundamentou-se na necessidade de dar voz e um corpo imaginado a cada uma das visões que possuía sobre o mundo e sobre a existência. Tamanha distinçã

No segundo piso do Teatro da Trindade, depois de passar dois lanços de escadas com toda a estranha e magnífica alcatifa verde e detalhes dourados que dominam as vistas, entramos na sala estúdio e o palco é de um curioso elemento para a altitude a que nos encontram

“Para quê um reino que ter se não há mais que a hora de se ser ou não ser? Usar a máscara de Hamlet é reconhecer o fracasso. A atroz descoberta de si desvela o único e merecido trono: a morte.” Mais de quatrocentos anos depois, o príncipe da Din

Jerónimo Pizarro, aqui em co-autoria com Patricio Ferrari, com a ajuda da Tinta da China (que o edita desde que iniciou a sua pesquisa), veio trazer uma nova abordagem à obra de Fernando Pessoa,