Nos dez anos da morte do nosso «último intelectual dominante», a sua ausência provou ser tão forte quanto foi a sua presença. Talvez hoje poucos se recordem, uma vez que os esforços da memória foram tão secundarizados face às ansiedades previdentes da época, dessa peti

Nos dez anos da morte de Eduardo Prado Coelho, a sua ausência é tão forte quanto foi a sua presença, e até se confunde com o desvanecimento do confronto cultural no espaço público. A morte não lhe fez o bem que faz por outros. Dez anos passados sobre o desaparecimento de