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Aurélia de Sousa teve o seu "quarto só para si", expressão que a escritora britânica Virginia Woolf cunhou nos anos 1920 para designar o espaço — físico e metafórico — de que as mulheres precisavam para criar. "Aurélia de Sousa,

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O diário de prisão do ativista luso-angolano Luaty Beirão será publicado pela Tinta-da-China no final de novembro, disse hoje à Lusa a diretora editorial, Bárbara Bulhosa. "Vou publicar no fim de novembro o diário de prisão, aquilo que o Luaty escreveu enquanto esteve preso, embora não t

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O livro de crónicas 'Trinta e Oito e Meio", da brasileira Maria Ribeiro, lançado hoje em Lisboa, é um retrato de uma perceção do mundo, do processo de amadurecimento e da aprendizagem da vida, segundo a autora da obra. "Penso que o livro é um retrat

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'Racismo em português - O Lado Esquecido do Colonialismo' «Porque não aprendemos na escola que existiu em Angola e em Moçambique um apartheid alimentado por Portugal, a potência que não hesitou em promover o trabalho escravo até 1974? Vamos perpetuar a narrativa de um colo

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O Verão começa hoje e as férias estão aí à porta por isso decidimos sugerir-te algumas novidades, mas nem só, da literatura à venda no nosso país. No entanto, muitos dos livros que te sugerimos não têm necessariamente a ver com a estação mais quente

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A editora Tinta-da-China vai lançar, na terça-feira, no Brasil, a coleção 'Grandes Escritores Portugueses', para derrubar a barreira literária entre os dois países, disse à agência Lusa a responsável da empresa, a editora Bárbar

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O medo de ofender está a limitar a liberdade de expressão. É legítimo fazê-lo? «Um livro fulcral, que não podia ser mais relevante neste momento. É convicto, destemido e empenhado em desconstruir os argumentos falaciosos contra a liberdade de expressão, defendendo esse valor

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Entre 1930 e 1935, Fernando Pessoa e Pierre Hourcade, então um jovem crítico e tradutor francês, conviveram e mantiveram uma profunda relação de amizade. Hourcade foi o primeiro tradutor francês de Pessoa, mas também o primeiro estrangeiro a

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Tenho um cancro de grau IV. De cada vez que abro o teclado do computador na intenção de escrever, ocorre-me a frase, já mil vezes repetida, «Quando estiverem a ler estas linhas, é provável que o autor já não esteja vivo». São incontáveis os artigos, livros, documentário