Uma vez delineei um plano para sucesso garantido. Ia escrever o máximo que conseguisse, com vários graus de qualidade e, no final, matava-me. A lógica é que, artistas, depois de mortos têm mais hipóteses de serem descobertos e (in)compreendidos. Não durou muito tempo. Por muito que tenha

Há alguns anos, quando me encontrava num momento mais existencialista da minha vida - quem não os tem? - escrevi sobre a espera: "Abandonados, todos os sorrisos divulgam a mesma expressão de quem se encontra (im)paciento-eternamente à espera: à espera do médico, à espera das re