RTP2 estreia 13 filmes de países da CPLP até 23 de Julho

4 MAIO, 2017 -

Foi apresentada na Cinemateca, em Lisboa, a programação completa das 13 obras produzidas no âmbito do Programa CPLP Audiovisual a serem exibidas na RTP2.

Composta por nove documentários e quatro telefilmes de ficção, a programação arrancou no dia 30 de abril, com a exibição do telefilme moçambicano “O Dia em que Explodiu Mabata Bata”, de João Luis Sol Carvalho, adaptado da obra de Mia Couto, e encerra a 23 de julho, com a estreia do documentário timorense “A Criança Roubada”, de Lurdes Pires.

O Programa CPLP Audiovisual – Programa de Fomento à Produção e Difusão de Conteúdos Audiovisuais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, foi iniciado em 2015 e apoiou 13 projetos de produção – nove documentários e quatro telefilmes de ficção – e quatro projetos de desenvolvimento de telefilmes de ficção, oriundos dos diferentes Países da CPLP.

Em Portugal, os projetos selecionados foram o documentário “A Casa”, do realizador Rui Simões e com produção da Real Ficção, e o telefilme de ficção “O Dia em que as Cartas Pararam”, de Cláudia Clemente, com produção da Bando à Parte.

As obras resultantes dos concursos lançados em 2015 estão a ser exibidas em todas as televisões de serviço público dos países integrantes do Programa CPLP Audiovisual: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

O evento de apresentação da programação foi conduzido por Catarina Furtado e contou com as presenças de Tiago Baptista (Diretor do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento – ANIM, Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema), Filomena Serras Pereira (Presidente do Conselho Diretivo, Instituto do Cinema e do Audiovisual – ICA), Nuno Artur Silva (Conselho de Administração da RTP), Georgina Benrós de Mello (Diretora-Geral, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP) e dos realizadores Rui Simões (“A Casa”) e Cláudia Clemente (“O Dia em que as Cartas Pararam”).

Programação RTP2

30 de Abril
O Dia em que Explodiu Mabata Bata“, de João Luis Sol Carvalho, adaptado da obra de Mia Couto, produzido por Marieta Manjate, Promarte (Moçambique)
7 de Maio
A Felicidade de Margô“, de Mauricio Acharto D’Almeida Eça, adaptado da obra de Drauzio Varella, produzido por Silvia Prado, Conteúdos Diversos Produções Ltda (Brasil)
14 de Maio
O Calvário de Joceline“, de Ngouabi Silva, adaptado da obra de Lito Silva, produzido por Miguel Óscar da Silva, Imagem Vip Comunicação (Angola)
21 de Maio
O Dia em que as Cartas Pararam“, de Cláudia Clemente, produzido por Rodrigo Areias, Bando à Parte (Portugal)
28 de Maio
Do Outro Lado do Mundo“, de Rui Sérgio Afonso, produzido por Tchiloia Lara, Geração 80 Produções Lda (Angola)
4 de Junho
Por Parte de Pai“, de Guiomar Ramos, produzido por Giovanni Francischelli, da Doctela (Brasil)
11 de Junho
Canhão de Boca“, de Ângelo Danilo Ferreira Monteiro Lopes, produzido por Samira Nobre de Oliveira Pereira Silva, O2 (Cabo Verde)
18 de Junho
Paraíso Ameaçado“, de Domingos Sanca, produzido por Victor Cassama, Guiné-Artes Produções, SARL (Guiné-Bissau)
25 de Junho
Origens“, de Pedro Mba Ndong Nseng, produzido por Asociación Cinematográfica de Guinea Ecuatorial – ACIGE (Guiné Equatorial)
2 de Julho
Djambo“, de Chico Carneiro, produzido por Francisco Queiroz Carneiro, Argus (Moçambique)
9 de Julho
A Casa“, de Rui Simões, produzido por Rui Simões e Jacinta Barros, Real Ficção (Portugal)
16 de Julho
Motxi de Obô“, a Morte da Floresta, de Ramusel Alves de Carvalho da Graça, produzido por Gerson Pedro de Freitas Soares (São Tomé e Príncipe)
23 de Julho
A Criança Roubada“, de Lurdes Pires, produzido por Nívea Elisabeth C. do Reis, Díli Film Works (Timor-Leste)

Apoio ao desenvolvimento de projetos – Telefilmes

Xandinha“, de Jean de Dieu Gomes, adaptado da obra de Antonio Aurélio Gonçalves (Cabo Verde)
Coração Guiné, a Última Tragédia“, de Mussá Baldé, adaptado da obra de Abdulai Silá (Guiné-Bissau)
Rosa do Riboque, de Afonso Januário“, adaptado da obra de Albertino Homem Bragança (São Tomé e Príncipe)
Esmeralda (Pérola) de Ilha Verde“, de Olderico Antonio Viegas Barreto, adaptado da obra de Irta Sequeira Baris de Araújo e Vicente Paulino (Timor-Leste)

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