Orquestra Estágio Gulbenkian inicia digressão nacional na quarta-feira

25 JULHO, 2016 -

A Orquestra Estágio Gulbenkian (EGO), formada por instrumentistas entre os 18 e os 25 anos, inicia na quarta-feira, no Porto, uma digressão nacional, sob a batuta da maestrina Joana Carneiro, sua diretora artística.

A EGO apresenta-se até ao final do mês em cinco municípios, sendo o concerto de abertura, na quarta-feira, às 21:30, na Casa da Música, em que é solista o pianista Pedro Gomes, antigo bolseiro Gulbenkian, o único com num programa diferente dos restantes.

Na sala portuense será interpretado, na primeira parte, o Concerto para piano n.º 3 de Ludwig van Beethoven, e, na segunda, a Sinfonia n.º 5, em ré menor, opus 47, de Dmitri Chostakovitch.

Da Casa da Música, a EGO segue para Coimbra onde atua, na quinta-feira, também às 21:30, na Quinta das Lágrimas, no âmbito do Festival das Artes.

Em Coimbra, o programa, que será o mesmo nos restantes concertos, é constituído pela Sinfonia n.º 5, em ré menor, opus 47, de Chostakovitch, e o Concerto para violino e orquestra, em ré menor, opus 35, de Erich Korngold, sendo solista convidada a jovem violinista inglesa Chloe Hanslip, “talento afirmado nos circuitos musicais internacionais, e artista convidada de algumas das mais prestigiadas orquestras e sala europeias“, atesta a Fundação Gukbenkian, em comunicado hoje divulgado.

No sábado, às 21:30, a EGO apresenta-se no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, no âmbito do Festival Cistermúsica, e, no dia seguinte, às 19:00, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, no âmbito, do Lisbon International Youth Music Fest.

A digressão encerra no domingo, às 21:30, em Aveiro, com a EGO a tocar no Teatro Aveirense.

A EGO começou em julho de 2013, sob a direção artística da maestrina Joana Carneiro. O projeto visa “promover a experiência orquestral de elevado nível técnico-artístico entre a comunidade de jovens instrumentistas portugueses ou residentes em Portugal, facilitando a transição entre a fase final da vida académica e a sua entrada no mundo das orquestras profissionais“.

Para Joana Carneiro, “é uma grande alegria participar num projeto que tem a ver com a juventude portuguesa que dedica o seu tempo à música

É um espaço pré-profissional de crescimento“, remata a maestrina que é a titular da Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Texto de Lusa

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