‘Groundhog Day’ exibido em mais uma “Sessão de Culto” no Espaço Nimas

1 FEVEREIRO, 2017 -

Já imaginaram ficarem presos no mesmo dia, na mesma cidade? Ver as mesmas pessoas, a dizerem e a fazerem exactamente o mesmo que fizeram e disseram no dia anterior (ou naquele que seria o dia anterior)? Isto num loop incessante, sem um aparente fim à vista? É o que acontece a Phil Connors, um meteorologista de um canal de televisão norte-americano (interpretado por Bill Murray), que tinha sido destacado, pelo quarto ano consecutivo e contra a sua vontade, para cobrir o evento do Dia da Marmota (ou, nas palavras do próprio, um “rato”).

O Dia da Marmota (ou Groundhog Day, no original) é uma tradição norte-americana que se baseia na observação do comportamento das marmotas, ou seja, se as marmotas saírem das suas tocas (das suas casas), num dia cinzento, então a Primavera (e o bom tempo) chegará mais cedo, pelo contrário, se estiver um dia de sol quando a marmota sair, esta verá a sua sombra projectada e retornará de volta para a toca, prenunciando assim a continuação do Inverno. Ora, para o arrogante Phil o Inverno parece nunca mais acabar.

Bill Murray igual a si próprio, numa interpretação hilariante como as que nos foi habituando, em mais uma sessão de culto concebida pela mente criativa e igualmente muito bem humorada do escritor e músico de jazz Filipe Melo, em parceria com a Medeia Filmes. Desta vez, e reflectindo a acção redundante do próprio filme, é uma sessão a dobrar, a primeira às 21h30, a segunda às 23h30, no Espaço Nimas, em Lisboa (as “Sessões de Culto – as escolhas de Filipe Melo” realizam-se numa quarta-feira aleatória de cada mês).

Texto de Duarte Patarra

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