‘Cidade Nua’: Vem aí uma nova revista dedicada inteiramente à Palavra e à Poesia

28 SETEMBRO, 2016 -

Cidade Nua” é um projecto editorial em formato revista (periodicidade bimestral), inteiramente dedicado à Palavra e à Poesia.

Uma edição da CTL, Cultural Trend Lisbon, que, na sequência de diversos projectos como o “Festival Silêncio”, “os Poetas do Povo”, o jornal “Lisboa Capital República Popular” ou o “Slam Lx”, entre outros, vem relevar a importância da Palavra – ditafaladacantadaescrita – no contexto das suas actividades.

Colaboram no Número 1 da revista:

Crónicaspoemascontos curtos por Alexandre Sarrazola, Caró Lago, Cláudia Lucas Chéu, Daniel Da Rocha Leite, Fernando Pinto do Amaral, Filipe Homem Fonseca, José Anjos, Luís Carmelo, Nuno Costa Santos, Nuno Miguel Guedes, Paulo José Miranda e Valério Romão.
Vitorino Coragem (fotografias) e Francesco Cortez Pinto (ilustrações).

A “Cidade Nua“, vai ser apresentada no próximo Sábado, dia 1 de Outubropelas 22h, no Musicbox.

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Happenings, leituras, performances com:

Alexandre Sarrazola, Caró Lago, Cláudia Lucas Chéu.,Daniel Da Rocha Leite, Fernando Pinto do Amaral, Filipe Homem Fonseca, Filipe Valentim (piano), José Anjos, Luís Bastos (clarinete), Luís Carmelo, Nuno Costa Santos, Nuno Miguel Guedes, Paulo José Miranda, Tiago Inuit (guitarra) e Valério Romão. Vídeo por João Pedro Gomes com imagens de Vitorino Coragem (fotografia) e Francesco Cortez Pinto (ilustrações).
Cláudia Duarte & Cláudia Marques Santos (DJ ‘s).

Sobre a revista dizem os seus editores Alexandre Cortez e Nuno Miguel Guedes:

Cidade Nua

E de repente a palavra entrou na cidade. 

Foi uma doce invasão, a princípio quase imperceptível. Mas depois, depois. Depois, avassaladora, irreversível, solar. Por todos os lados as gentes se encontravam para celebrá-la, trocando versos e paixões entre copos, conversas, amores. 

A poesia tornou-se contagiosa e os seus praticantes aumentaram. Mais, melhores, outros. 

As sessões regulares de Os Poetas do Povo estiveram na linha da frente dessa serena anexação, convidando e praticando palavras. Ao longo do tempo o Cais do Sodré foi-se tornando porto outra vez, desta vez de poetas e outros navegantes da palavra. Foram-se ganhando fiéis e cúmplices – um pouco como estava e ainda está a acontecer por todo o lado.
 

Esta Cidade Nua nasce, de forma natural, das energias que foram trazidas pelos Poetas do Povo. Mas quer ir mais longe. Mas é outra coisa.

A partir de agora publicaremos autores novos, consagrados, por revelar. Daremos notícias de tudo o que esteja ligado à palavra e modo de usar e que caiba nesta concepção de beleza próxima. 

Já neste primeiro número temos poemas inéditos, contos, revelações, perfis, imagens belíssimas. 

Queremos juntar forma e substância. Queremos mostrar, despertar inquietações, subverter com um sorriso. Queremos ser, queremos praticar.

A Cidade Nua quer ser um dos belos lugares onde nos poderemos perder. Venham.

(fotografia de capa de artigo: Tiago Figueiredo)

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