“At home Drawing pictures Of mountain tops With him on top” Muitos autores e artistas descrevem a arte como criação superior capaz de mostrar a sociedade ao espelho, uma espécie de capacidade de vermos as nossas próprias limitações, erros e também grandezas. A música, talvez a ar

Todos queremos ser um bocadinho politicamente incorretos, na medida em que queremos que a sociedade mude. Na condição de seres inconformistas, estamos sempre à procura de espaço para a evolução e o desenvolvimento das instâncias sociais, políticas, culturais, científicas, e muitas mais. Par

A adaptação é coisa que não é estranha. É um caminho cada vez mais normal, mais realista. Isto porque já foi tempo de se ter um só trabalho durante toda a vida, um só lugar onde se residiria, um só sonho que, mesmo destinado à utopia, ia permanecendo como o grande objetivo a consumar um [

Faz neste dia, 26 de junho de 2017, vinte anos desde que o primeiro fascículo da intensa e imensa saga de Harry Potter saltou para as bancas. Mas, muito mais do que isso, saltou um mundo. Numa era em que já J.R.R. Tolkien e George Lucas tinham conferido à nossa modesta e mudana dimensão com ret

Sabemos que há pessoas para quem o ruído é incomodativo, outras para quem não é. Na verdade, ele não se revela negativo em nenhum dos casos. Nos últimos, porque é o seu habitat natural. Nos primeiros, porque, apesar de o contestarem, como não contêm o seu frenesim interior, acrescentam mai

O visionário Bran Stark considerava-o o mais hábil cavaleiro vivo nos sete reinos. O último herdeiro de Arthur Dayne ou Gerold Hightower, membros da derradeira linhagem de valentia e cavalheirismo dos sete reinos. A ilustre genealogia foi decepada com a mais vil afronta ao trono de ferro, quando

In media res é um espaço de ensaio a partir de elementos culturais. Reflexões desprovidas da lógica cronológica. O privilégio da ordem das nossas coisas. Sem pretensão avaliativa ou necessidade de aferição científica. Comprometida, somente, com a turva impressão pessoal do mundo das coisa

Sobre a aliança e o braço-de-ferro entre o Homem e o fogo, vários autores se debruçaram, havendo um fascínio por este elemento que por vezes se solta e age como um deus terrível. Não há outro elemento que tão vivamente como o fogo guarde a memória das antigas calamidades, do tempo em que o

Há alguns anos, quando me encontrava num momento mais existencialista da minha vida – quem não os tem? – escrevi sobre a espera: “Abandonados, todos os sorrisos divulgam a mesma expressão de quem se encontra (im)paciento-eternamente à espera: à espera do médico, à espera d

Esta citação do Livro do Desassossego, de Bernardo Soares / Fernando Pessoa, pintada no muro do estádio de Quarteira, transmite-nos a ideia de que «A liberdade é a possibilidade do isolamento. (…) Se te é impossível viver só, nasceste escravo». Ora, a liberdade concede-nos todas as possi