“Crónicas de uma Vida Parisiense – uma rubrica sobre a vida na capital francesa, pelos olhos de quem por lá está.” As nossas vidas diferentes fazem-nos ter experiências bem distintas diante da mesma coisa. É frequente existir, nos comboios RER parisienses, um código que, penso eu, dev

Não é novidade para ninguém que o jornalismo, em Portugal, está em período de crise anunciada. A carga de trabalho é excessiva, as remunerações (quando as há) são baixíssimas tendo em conta o grau de responsabilidade pública que a profissão acarreta, a informação carece em muitas ocas

Esta crónica foi escrita depois da notícia do Público: ‘Batalha vai ser a casa do cinema no Porto – Câmara aluga edifício classificado por um prazo de 25 anos. Será a cinemateca que a cidade reivindica há muitos anos’ Sente-se a cultura mais presente por cá. Sente-se que o

Respira-se poesia. Em todo o lado, em todo o lugar. No auge da monotonia ou na maior azáfama, a poesia entra pela imaginação e assenta nas imagens mais metaforizadas que conseguimos imaginar. O que importa é que ela está lá. Segue connosco, como uma fiel parceira de vida, a dar asas àquilo qu

“Crónicas de uma Vida Parisiense – uma rubrica sobre a vida na capital francesa, pelos olhos de quem por lá está.” É estranho chegar à cidade onde se vive ao regressar de uma ida a casa. Porque, no fundo, aquilo que estivemos a fazer ao regressar a casa, à nossa cidade, ao nosso país,

No Universo Facebook, ego atrai ego na razão directa do produto dos seus id’s e na razão inversa do quadrado da diferença dos seus superegos. A constante de egocentrismo facebookiano expressa a atracção facebookiana, em «imbecis», que se verifica existir, experimentalmente, entre dois c

Morreram os jogadores da Chapecoense e – bem – houve manifestações de pesar um pouco por todo o Mundo porque uma tragédia é uma tragédia. Não tem nacionalidade e muito menos fronteiras. Há poucos dias um naufrágio de um barco matou uma equipa do Uganda juntamente com os seus adep

No início dos tempos, tudo estava em branco. Tudo estava por ser feito. Foram precisas gerações e gerações para construir um nexo cronológico de causalidade, com muita coisa incluída. Muito ficou pela vaga memória apreendida e dada a aprender aos mais tenros nos seus anos de escola. Muito do

Talvez haja pouco melhor do que aquele processo em que vamos entrando bem cedo nas nossas vidas e que se chama desenvolvimento. Uma progressão, uma evolução de quem somos, durante o qual vamos de encontro com aquilo que mais nos apela nas diferentes fases e formas da nossa vida. O desenvolvimento

para os meus pais, para a minha irmã Está frio e vento lá fora, as nuvens ganham uma cor cinzenta. Na sala de aula, os alunos acompanham atentamente os gestos da professora.  Estamos em Dezembro e lemos O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner, esse conto que desde então inspirou