Estou quase a morrer de sono – só que ainda tenho forças para contestar o porquê de se morrer de sono, porque é o que os trabalhos vêm às cargas, porque é que não se pode cortar a tensão com uma espada samurai? E, já agora, porque é que 2016 foi tão podre? A crítica aborrece-me cada v

Já sou crescido o suficiente para ter perdido algumas pessoas que não imaginava perder. Os meus avós. Um amigo de infância que escolheu o suicídio. E, claro, o Herberto Helder. Como parece óbvio, nenhum deles está cá agora. Mas lembro-me deles com regularidade. Lembro-me tam

Ontem fui uma de quinze mil pessoas que visitou o novíssimo MAAT, o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, que abriu ao público em Belém. Deixo neste artigo algumas das considerações que tenho a fazer acerca deste espaço. Em primeiro lugar quero falar da arquitectura. O edifício project