A lógica dos livros nos filmes de Wes Anderson

8 SETEMBRO, 2016 -

Há algo no trabalho cinematográfico de Wes Anderson que nos leva para um lado mais criativo. Existem inúmeros ensaios de vídeo pela internet que exploram os detalhes dos filmes do realizador norte-americano. No entanto, o último que vimos, do português Luís Azevedo, fundador da The A to Z Reviewtem como nome Bibliophilia – Books in the Films of Wes Anderson e tem a seguinte lógica:

No trabalho de Wes Anderson os livros e a arte em geral têm uma forte ligação com a memória. Por exemplo, The Royal Tenenbaums (2001) começa com um livro homónimo, o mesmo acontece no filme Fantastic Mr. Fox (2009). Já o filme The Grand Budapest Hotel (2014) começa e termina com um livro. Já Moonrise Kingdom (2012) termina com uma pintura de um lugar que já não existe. Estes filmes têm uma mensagem clara: os livros e a pintura preservam histórias, porque elas existem dentro dos livros/telas e vivem através deles/delas.

(para uma explicação ainda mais detalhada do vídeo, bibliografia, filmografia, entre outros detalhes, visita o tumblr do Luís Azevedo aqui)

 

Comentários

Artigos que poderão ser do teu interesse

ARTIGOS RELACIONADOS

Instalação Rorschach de Carla Filipe, fotografia de Diogo Caetano Em Vantag