1ª Festa pontiaq: Uma editora, uma festa, um mercado, e 7 bandas!

3 NOVEMBRO, 2016 -

Uma editora, uma festa, um mercado, e 7 bandas! Dia 2 de Dezembro, a família pontiaq junta-se para uma grande comemoração no TimeOut Market. As portas abrem às 19h00 e está prometida muita música, copos e amor até às 04h00. Por isso é indispensável calçado confortável, uma sesta durante a tarde e muita energia para aproveitar uma das melhores noites do ano.

Preparem-se para concertos de:

Os Basset Hounds são o resultado da amplitude que nasce da necessidade de redefinir o horizonte de melodias, que se encontram entre o embalo e o impulso, conjugando guitarras aéreas, vozes dissipadas, baixos terrenos e baterias métricas. Caracterizados pela despreocupação em se cingirem a uma ideia, manifestam a fluidez da sua dinâmica e a coesão do seu som, que pode ser ouvido no álbum homónimo com selo da NOS Discos.

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Ditch Days nasce do desejo de dar forma ao imaginário de Guilherme Correia, José Crespo, Luís Medeiros e Rafael Traquino. “Liquid Springs”, álbum de estreia editado em Setembro de 2016, é o resultado disso mesmo. Ouvir o disco do início ao fim é realizar uma visita guiada a todos os cantos de Liquid Springs e um convite a passear por todas as suas praias, parques e avenidas, à boleia de melodias indie, ambiências envolventes e texturas cinematográficas.

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JUBA é a capital do Sudão do Sul. É também o nome da banda de João, Joel, Miguel e Tomás. Entre lendas e mitos do folclore asiático, guitarras hipnóticas e melodias vocais delicadas a música dos JUBA é uma amálgama cósmica de misticismo oriental com sabor a tom yum tailandês. Em 2013 editaram “Mynah” o longa duração de estreia, considerado pela crítica como um dos melhores álbuns desse ano.  Entre a sensibilidade pop e a experimentação bipolar, o futuro auspicia coisas boas para estes garotos.
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Os Marvel Lima, quinteto oriundo de Beja, é a prova que existe uma aura diferente na região do Alentejo. O seu single de apresentação “Mi Vida”, um groove synth-prog-pop-rock, serviu de cartão-de-visita para o primeiro álbum da banda, levando os primeiros concertos a diversos pontos do país e com “Fever”, o segundo single embebido em martini, a banda tornou-se uma aposta para o futuro dentro da música alternativa portuguesa. Uma mistura de géneros, onde rock psicadélico, congas e groove são hashtags para o álbum que saiu a 14 de Outubro deste ano.
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Os PISTA são três: Bruno Afonso, na bateria/voz, Cláudio Fernandes, na guitarra/voz, e Ernesto Vitali na guitarra/voz. A génese desta banda do Barreiro aconteceu aliando as bicicletas à música, mas a pedalada agora é outra. Depois do lançamento do EP (“Pista”), em Outubro de 2013, lançaram-se à estrada, apresentaram o single “Puxa”, continuaram as viagens de norte a sul do país, entre bares, clubes e os mais diversos palcos e fizeram nascer o primeiro álbum “Bamboleio”.
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Os Savanna são filhos adoptivos de uma Lisboa surreal, nascidos nas beiras e empurrados para a capital por um bulldozer cheio de neons coloridos. Estes quatro rapazes unem as décadas de 60 e 70 na contemporaneidade praticando um exercício de acústica suja, analógico-espiritual repleto de melodias orelhudas e estranheza psicadélica. Após o lançamento do LP “Dreams To Be Awake”, os Savanna apresentaram-nos uma versão profana dos Black Sabbath e o seu mais recente single “Get It Right”, desvendando assim a sua faceta mais dançável onde os sintetizadores dreamy são polvilhamos de explosões nervosas detonadas por guitarras indisciplinadas. Prepara-se agora, em laboratório, o novo álbum para 2017.
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Formados em 2013, desde o início que os Treehouses 2290 sentem a necessidade de, vindos do punk rock, aliar intensidade com ambiências e melodias. O EP “The Difference Between a House and a Home”, de 2016, conta com inspiração lírica proveniente da tour europeia dada nesse mesmo ano, e, musicalmente, uma nova vertente electrónica e experimental. Editado em Abril deste ano pela editora pontiaq, surge neste registo uma nova sonoridade, resultando num trabalho de atmosferas sónicas e energia envolvente.
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A pontiaq surgiu sem saber bem quem era e nunca quis ser uma coisa só. Foi criada em 2012 para fazer nascer um disco – o EP “Aurora” dos Savanna – mas acabou por dar à luz uma mão cheia deles. Pelo caminho, foi-se desdobrando. É agora uma editora, um estúdio, uma promotora. Acima de tudo, um ponto de encontro de amigos que partilham interesses, ideias e imaginários. Com já sete bandas no catálogo, o crescimento pretende-se sustentado mas já fazia falta uma Festa para celebrar toda esta comunhão.

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